A diplopia, ou visão dupla, pode ser definida quando uma pessoa enxerga mais de uma imagem de um só objeto. Em geral, cada olho é responsável por gerar uma imagem que, posteriormente, o cérebro as converte em uma só. Na diplopia o cérebro não consegue reuni-las, e as vê como duplas. 

Sua presença na vida de uma pessoa pode gerar consequências consideráveis que terão impacto, em especial, na sua qualidade de vida. Portanto, é muito importante consultar o seu médico oftalmologista de confiança para conhecer mais sobre a doença e iniciar um tratamento adequado.

Essa anomalia é separada e categorizada de acordo com as características de cada tipo. Para conhecer mais sobre esse tema, fique aqui e acompanhe. Ao longo do artigo, serão dados conceitos e definições sobre a diplopia, além de exemplos reais e um testemunho especial. 

Nesse post, serão abordados pontos essenciais acerca do tema, tais como:

  • O que é visão dupla;
  • Tipos de diplopia;
  • Sintomas e causas da doença;
  • Consequências da falta de tratamento.

Confira!

Tipos de visão dupla ou diplopia

Em geral, a diplopia é separada e categorizada de acordo com seu impacto na visão de quem a possui. Segundo médicos oftalmologistas, ela é dita como monocular se a visão continua dupla em um único olho (mesmo se o outro olho for ocluído).

Já a binocular acontece se a visão dupla só ocorrer quando se está olhando com os dois olhos e há um desaparecimento se um dos olhos for ocluído. 

De acordo com os profissionais da área também existe uma terceira opção, denominada poliplopia. Ela pode ser diagnosticada pelo médico quando o paciente em questão está percebendo três ou mais imagens superpostas, de um único objeto. 

Completando a categorização, temos as diplopias horizontais e verticais. Na devida ordem, ambas são dadas quando o paciente relata ver a imagem duplicada para os lados ou para cima/baixo.

É importante ressaltar a necessidade de nunca se auto avaliar e sempre buscar um médico para diagnóstico próprio e preciso, visto que somente assim ele te dará os melhores tratamentos possíveis.

Sintomas e causas desse problema

O estresse visual causado pela diplopia pode ser grande, além de também poder ocasionar um cansaço mental e emocional. Este desequilíbrio entre os 2 olhos pode acontecer por diversas causas, seja ela muscular, neurológica, consequência de traumatismos ou acidentes, ou insuficiência de convergência, dentre outros fatores.

Por essa abrangência de prováveis causadores, é impossível afirmar qual o motivo do seu desenvolvimento, sem o auxílio de um profissional. A partir de diversas análises, um diagnóstico será emitido a fim de solucionar o problema. 

A visão dupla, também pode se desenvolver em decorrência de alterações benignas, que resultam no desalinhamento dos olhos e não apresentam tantos riscos para as pessoas. Contudo, podem ocorrer devido a problemas mais graves, como a catarata.

Por isso, é muito importante estar atento aos principais sintomas da doença. Dentre eles, podemos destacar os já citados, como olhos desalinhados (ou dores atrás dos olhos), visão turva ou embaçada e sensibilidade à luz. 

Caso você apresente um ou mais desses sintomas, busque um oftalmologista de confiança mais próximo, somente ele poderá dar um diagnóstico mais preciso.

A diplopia pode ser causada por várias enfermidades oculares, e sua seriedade pode variar muito, desde casos simples até doenças potencialmente graves. Ela pode ser, em geral, uma das primeiras manifestações de certas doenças sistêmicas (ou seja, doenças musculares ou do sistema nervoso). 

Por essas razões, a visão dupla não deve ser subestimada em nenhuma circunstância, sendo assim, a consulta com um oftalmologista deve ser feita o mais rápido possível ao menor sinal da doença.

Exercícios visuais podem ajudar a tratar diplopia

Estimular e buscar o equilíbrio entre o olho direito e esquerdo é um princípio fundamental para melhorar a visão. Para grande parte dos casos, e algumas pessoas, equilibrar os dois olhos é sinônimo de saúde ocular, mas para quem sofre com diplopia talvez seja ainda mais imprescindível. 

O protocolo que estabelece que a visão 3D, estereoscópica não se desenvolve a partir dos 4 anos de idade é extremamente antigo e ultrapassado. Por isso, sabemos que a visão 3D se desenvolve, independentemente da idade, pois exercícios e estimulação realizados corretamente podem ter papel essencial nessa jornada.

No treinamento visual oferecido por Tatiana para esse tipo de alteração, são observados resultados muito positivos, pois o programa trabalha exatamente na musculatura e estrutura dos olhos como um todo, estabelecendo uma condição visual mais saudável, diminuindo e tratando a diplopia. 

Se você já tem o diagnóstico dado pelo seu médico, existem alguns exercícios que podem ajudar a melhorar esse problema, os mais indicados são: 

  • Palming;
  • Sunning;
  • Olhar Longe;
  • Automassagem;
  • Melissa;
  • Exercícios com os óculos 3D, Verde-Vermelho;
  • Exercícios com as Contas de Brock;
  • Estímulo ao olho mais fraco – uso do Tampão Oclusor;
  • Alongamento dos Olhos.

Tenha atenção ao fato de que nenhum dos exercícios citados acima substituem um tratamento profissional da doença. A realização deles tem o papel, exclusivamente, de auxiliar quem sofre com isso. Dessa forma, jamais os use como substitutos das indicações de um médico oftalmologista. 

No vídeo abaixo, você vai aprender como exercícios simples podem ter um papel significativo no auxílio do tratamento da diplopia, como melhorar a visão 3D, estimular o olho mais fraco, e o mais importante: estimular o trabalho conjunto e organizado dos 2 olhos. Confira:

O método com o qual a Tatiana trabalha há mais de 13 anos, tem resultados muito positivos, pois trabalha exatamente na musculatura, e estrutura dos olhos como um todo, estabelecendo uma condição visual mais saudável. 

Depoimento de um aluno do curso Olhos de Águia 

Pessoas com diplopia, assim como ambliopia (olho preguiçoso), podem se beneficiar muito com os exercícios, tanto no Curso Online OLHOS DE ÁGUIA, quanto no grupo voluntário do Parque Villa Lobos, onde havia reuniões abertas ao público.

Nestes encontros, Tatiana pôde conhecer Fusako Ori Oshi, que praticou rigorosamente os exercícios. Em seu depoimento/entrevista para a Tatiana Gebrael, ela contou como com apenas 1 hora de exercícios visuais do método Meir Schneider Self Healing, uma única vez realizados, conseguiu sentir uma melhora sua visão dupla. Assista ao depoimento:

Assim como Fusako Ori Oshi, milhares de outros alunos puderam conhecer os exercícios gerenciados por Tatiana. Em sua maioria, poucas sessões foram necessárias para ter uma prova dos benefícios que os tratamentos podem gerar.

A visão dupla possui cura e, como vimos, a pessoa pode voltar a enxergar normal e focadamente. Entretanto, o tratamento para atingir a melhora pode variar de acordo com cada caso, e, por isso, ressaltamos que os exercícios visuais não substituem o tratamento médico oftalmológico convencional.